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A árvore genealógica da Formula 1: de onde vieram as equipes atuais

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Um interessante vídeo realizado pelo canal WTF1 explica a história por trás das equipes de Fórmula 1. Você imagina que a Mercedes teve origem na Tyrrell?  Ou a Red Bull na Stewart?

É verdade que algumas equipes da F-1 são duradouras, e sempre mantiveram as operações sob a gestão de uma só marca. É o caso da Ferrari (de 1950), da McLaren (1966) e da Williams (1977). Fora estas três, todas as outras marcas que alguma vez disputaram a categoria, tiveram história menos linear.

A vitoriosa Red Bull Racing, criada em 2005, teve na origem na Stewart (de 1997), comprada depois pela Jaguar (em 2000). Sua “irmã”, Toro Rosso, é uma sequência da Minardi, lançada em 1985 e transformada na atual TR em 2005. A Renault tem duas trajetórias na Fórmula 1. A equipe de fábrica existiu de 1977 a 1985. A atual Renault começou lá em 1981, como Toleman, comprada em 1985 pela Benetton, que passou a ser Renault em 2002, se tranbsformou em Lotus em 2012 e, finalmente, Renault, em 2015.

A eternamente nanica Sauber foi criada em 1993. Passou a ser BMW Sauber em 2006 e voltou a ser Sauber em 2010. Poucos perceberam, mas no ano passado a Force India tinha desaparecido, e se chama desde então Racing Point. Começou como Jordan, em 1991. Depois passou a ser Midland (2006), Spyker (2007) e Force India (2008).

Por fim, a Mercedes. A marca estreou na Fórmula 1 em 1954 com os Silver Arrows e abandonou as pistas no ano seguinte, depois do acidente em Le Mans. Voltou em 2010, mas com uma genealogia interessante, que começa na Tyrrell (de 1971), que se transformou em BAR (1999), depois Honda (2006) e Brawn GP (2009).

Veja a história das equipes de Fórmula 1 neste vídeo:

 

 

 


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