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CHEVY COBALT: MADE IN BRAZIL

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Nem bem lançou o Cruze, e a GM apresentou outra boa novidade, o Cobalt. O modelo surpreende até mais que o Cruze, pois foi desenvolvido pelo Centro Tecnológico da GM do Brasil e será comercializado em mais de 40 países na Europa, África, Oriente Médio e América do Sul. Além disso, o  motor 1.4 Econoflex recebeu alguns ajustes, que o deixaram mais eficiente.

O nível de acabamento, acessórios, conforto e dirigibilidade só é encontrado em veículos de segmentos superiores. Destaque para o interior, surpreendentemente espaçoso e bem projetado, com 18 porta-objetos, e o maior porta-malas da categoria, 563 litros.

O Cobalt foi apresentado ainda como conceito no Salão de Buenos Aires, na Argentina, em junho deste ano. Criado a partir de pesquisas que direcionaram toda a sua criação -do desenho à calibragem da suspensão- o sedã tem uma série de diferenciais que o colocam em posição de mercado acima do seu segmento. Substitui de uma só vez o Corsa e o Astra sedãs, com mais espaço interno que o último Vectra.

O foco para o desenvolvimento do novo sedã foi atender as necessidades dos clientes. Assim, o carro nasceu de dentro para fora, com desenho clássico e robusto, sempre baseado nas pesquisas que indicaram a importância do espaço interior, a versatilidade e a sensação de “prestígio acessível”, graças ao bom acabamento e equipamentos que colocam o novo Chevrolet num espaço de mercado maior, com com preço de carro compacto e espaço e conforto só encontrados em sedãs maiores e mais luxuosos.

MOTORES

O Cobalt será equipado no Brasil com motores 1.4 e 1.8, e mundialmente com uma ampla gama de motores –todos de quatro cilindros, que vão de 1.3 a 1.8 litros e utilizam gasolina, etanol e diesel– de acordo com o mercado onde será vendido. No Brasil, o carro começa a ser vendido com o 1.4 Econoflex, semelhante ao que equipa os Chevrolet Agile e Montana, com coletor de admissão em plástico e System Zero, que faz o gerenciamento controlado por torque, com melhora na dirigibilidade, fornecendo respostas mais rápidas e reduzindo a emissão de poluentes.

A calibração desse motor foi aprimorada para partida a frio, que permite a partida do motor em temperatura ambiente de até 8 ºC, sem o auxílio da gasolina. Além disso, o virabrequim com oito contrapesos, permite seu funcionamento em regime de elevada rotação com reduzida vibração. Antes de chegar ao Cobalt, o 1.4 recebeu nova geração do sistema drive by wire (acelerador eletrônico), que também colabora para respostas mais rápidas ao acelerador e melhor dirigibilidade.

O sistema de escapamento também apresenta novidades: ele é feito de aço inox, mais leve e menos rugoso (a superfície interna é mais lisa) do que os de ferro fundido. Com o catalisador integrado, permite maior eficiência do controle de emissões, por atingir a temperatura ideal de maneira mais rápida. “Como benefícios ao cliente, tanto a nova geração do acelerador eletrônico quanto o coletor em aço inox contribuem para melhorar ainda mais a eficiência do sistema e reduzir o consumo de combustível”, explicou Paulo Riedel, Diretor de Engenharia de Powertrain da GM do Brasil.

O câmbio também apresenta novidades. O Cobalt utiliza a caixa F-17, com componentes de alumínio e plástico para reduzir ruídos e vibrações. Essa caixa recebeu novos seletores de engate, que garantem menos esforço e mais precisão nas trocas de marchas.

DESEMPENHO

Equipado com o 1.4 Econoflex e abastecido com etanol, o sedã faz de zero a 100 km/h em 11,5 segundos e chega aos 170 km/h, e com gasolina, ele vai de zero a 100 em 11,9 segundos e chega também aos 170 km/h de velocidade máxima. No primeiro semestre do ano que vem, vai ganhar o 1.8 Econoflex e transmissão automática de seis velocidades, outro item inédito para o segmento. A escolha desta transmissão também está ligada ass pesquisas realizadas com clientes: 40% dos entrevistasdos manifestaram o desejo de ter um carro com esse tipo de câmbio.

Fruto de uma plataforma global nova, o Cobalt foi totalmente desenvolvido no Brasil pelo Centro Tecnológico da General Motors, e será comercializado em mais de 40 países da Europa, África, Oriente Médio e América do Sul. Além do Brasil -o primeiro a receber o Cobalt- outras três fábricas também produzirão o modelo.

A proposta do Cobalt é clara e começa a ser percebida ao observarmos seu desenho de proporções bem definidas: sedã de três volumes e traseira curtao, com linhas que misturam o clássico, o formal e o familiar. Tem 1.735 mm de largura e 4.479 mm de comprimento, passando a impressão de ser um sedã médio-grande. A linha de cintura é alta, o que transmite robustez, e na grade traz o desenho típico dos Chevrolet atuais, além de faróis com desenho pouco espalhafatoso. Na traseira, lanternas verticais de elementos duplos com detalhes cromados dão o ar de modernidade ao sedã.

“As linhas do Cobalt são limpas, acentuadas pelos vincos que valorizam o tratamento de superfícies aplicado em sua carroceria. Expressam claramente o estilo da marca no mundo todo. Tenho certeza que seu desenho vai ser atual por muito tempo”, explicou Carlos Barba, Diretor Executivo de Design da GM América do Sul.

MUITO ESPAÇO

O porta-malas, o Cobalt é grande, e tem a maior capacidade do segmento, com 563 litros e bom acesso, reforçando a versatilidade do modelo que é um carro realmente familiar. Todo esse cuidado com o desenho resultou num coeficiente de penetração aerodinâmico baixo, de 0,32, que contribui para que o Cobalt tenha bom desempenho e economia de combustível, entre os melhores índices de seu segmento.

Por dentro, tudo bem cuidado, de bom gosto e no luggar certo. O espaço, versatilidade, acabamento e conforto encontrados no Chevrolet Cobalt são seus grandes atributos para enfrentar os concorrentes, inclusive de segmentos superiores.

Com a maior distância entre-eixos da categoria (2.620 mm), o sedã tem espaço para quatro adultos acomodados com conforto, tendo bom espaço para os ombros, pernas e joelhos. Os materiais utilizados no interior do veículo criam um ambiente luxuoso e oferecem percepção de qualidade. O painel em dois tons, a iluminação dos instrumentos em Ice Blue com leds e os mostradores digitais e analógicos possibilitam visualização perfeita e clara das informações, exalando atualidade e tecnologia. O grupo de instrumentos tem clara inspiração motociclística. A aplicação de detalhes cromados no painel e nos painéis de porta contribuem para um visual ainda mais luxuoso.

Como é necessário hoje, o Cobalt conta com entrada USB e fontes de energia no console central, que permitem boa conectividade. No tocante aos porta-objetos, são 18 no total. O Cobalt tem um console central com dois porta-copos mais um nicho para colocar uma garrafa de até 1,5 litro. Os porta-mapas, nos painéis das portas são amplos e também ganharam nas portas dianteiras espaço para garrafas com até 1,5 litro de capacidade.

NA PISTA

Na prática, o resultado é um sedã com comportamentodinâmico similar ao dos carros europeus. Firme nas curvas, mas confortável e com ótima absorção das irregularidades do solo, além do interior agradável. O Cobalt permite uma direção suave e agradável, sempre confortável. O trabalho na suspensão também focou na minimização dos ruídos e vibrações.

O Cobalt chegou para ser referência no mercado brasileiro. O modelo oferece -além do motor 1.4- maior tamanho e mais espaço que todos os seus concorrentes, como Voyage, Siena e Fiesta. E com a maior capacidade de carga do segmento, entregando mais espaço e 563 litros de porta-malas. Para o mercado brasileiro, o Cobalt chegou em três versões: LS, LT e LTZ, todas equipadas com o motor 1.4 Econoflex. Dentro da proposta de ser referência em termos de conforto, espaço interno e dirigibilidade, o Cobalt também surpreende na oferta de equipamentos.

A versão LS sai de fábrica equipada com ar-condicionado e direção hidráulica. Além disso, também vem com rodas de aço aro 15 e pneus 196/65, a mesma medida das versões intermediárias e top de linha. Além do mostrador digital, a LS também oferece o desembaçador traseiro e chave do tipo “canivete” com destravamento das portas a distância e sistema anti-furto. Já a versão LT, oferece tudo o que a LS tem e ainda vem equipada com rodas de liga leve aro 15, coluna de direção com regulagem em altura, freios ABS com EBD, travas e vidros elétricos na dianteira, além de pequenas diferenças como revestimento dos bancos e acabamento.

A LTZ, top de linha, impressuona pelo nível de equipamentos oferecidos no segmento, trazendo, além dos itens encontrados na LS e LT, farol de neblina dianteiro, barra cromada na traseira, rádio AM/FM com leitor para CD/MP3, Bluetooth e entrada USB, computador de bordo e acionamento elétrico para todos os vidros, além de outros itens.

CONCLUSÃO

Depois do Cruze, a GM fez outro importante lançamento, parte da renovação total de sua linha no Brasil, que havia sido prometida até 2012. E está sendo cumprida. O carro impressiona pelo porte, espaço interno, bom acabamento e dirigibilidade. Os preços são: LS (ar condicionado e direção hidráulica), R$ 39.980; LT (airbags frontais, freios ABS, vidros elétricos dianteiros e detalhes cromados no exterior), R$ 43.780, e LTZ (rodas de liga leve, faróis de neblina e sistema de som com conexões Bluetooth e entrada USB), R$ 45.980. Com o que tem de equipamentos, vai tirar o sono de muitos concorrentes.

 


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