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Artega Karo-Isetta: mais uma tentativa de ressuscitar a Isetta

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Prova maior que a Isetta (no Brasil, Romi-Isetta; na Itália, Iso-Isetta e, na Alemanha, BMW 600-Isetta, entre outros) era o carro certo no tempo errado é que, de tempos em tempos alguém tenta trazer de volta à vida seu conceito, essencialmente urbano e que nos dias de hoje seria perfeito numa configuração elétrica. Quem trabalha sério nisso agora é a Artega, com a Karo-Isetta pronta para chegar às ruas.
 
O primeiro conceito da Artega.
 
O icônico carrinho-ovo prepara-se para ser lançado na forma de um veículo elétrico, e de desenho retrô. As primeiras unidades desta Isetta moderna devem ser entregues na Europa já em abril.
 

A Isetta é um dos carros mais marcantes da história do automóvel. O pequeno urbano prepara-se agora para a tão aguardada reencarnação, por meio da Artega, pequena fabricante alemã especializada em esportivos elétricos.

A nova Artega Karo-Isetta manteve as proporções do veiculo original de dois lugares. Disponível em dois níveis de equipamentos, Intro e Edition, este mini carro elétrico oferece seis opções de cores e interiores revestidos de veludo e couro.

A Romi-Isetta, produzida no Brasil entre 1956 e 1961, teve cerca de 3.000 unidades fabricadas.

De acordo com os dados divulgados pela Artega, a Karo-Isetta tem autonomia de 200 km, atingindo a velocidade máxima de 90 km/h. O chassis é construído em alumínio e consegue suportar até 200 kg de peso.

Com preço de reserva de US$ 2.800, as encomendas podem ser feitas já no final deste mês, pelo menos no mercado alemão. Naquele país, o preço inicial de US$ 20 mil para a série Edition, e US$ 28 mil, para a edição limitada Intro.

A Artega reivindica que esta Isetta é a sucessora legítima do antigo carrinho homônimo. De acordo com a marca alemã, este é um fato reconhecido por um dos pais do modelo original, o desenhista Ermenegildo Preti. Quem não ficou muito satisfeita com essa história foi a marca suíça Microlino, que já tinha apresentado uma versão moderna deste veículo. Depois de uma disputa na justiça, as duas empresas concordaram em coexistir no mercado.

Veja a proposta da Microlino no vídeo abaixo:

 

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