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CHINESES E GOVERNO VÃO SALVAR A PEUGEOT DA FALÊNCIA

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A PSA Peugeot Citroën já aceitou a proposta de injeção financeira do parceiro chinês e do governo francês. Cada uma das três partes envolvidas ficará com 14% das ações. acordo de princípiopara o aumento de capital, que se materializará numa divisão em três partes iguais de 14% das ações do grupo, distribuídas entre a empresa chinesa, o governo de Paris e a PSA. Cada ação terá um preço em torno de US$ 10.

Esta injeção de capital permitirá à Peugeot Citroën tentar sair da crise financeira em que se encontra, mas fará com que a família Peugeot deixe de ter o controle da maior parte das ações, até aqui de 25%. Apesar de ainda não terem sido fixadas as condições nem o calendário da operação financeira, cada um dos sócios deverá injetar cerca de US$ 900 milhões. O investimento total deverá chegar aos US$ 3,6 bilhões.

O negócio não aconteceu antes devido às opiniões divergentes na família Peugeot. O presidente da marca, Thierry Peugeot, é o mais resistente ao aumento do capital da empresa, mas vem sendo contrariado pelo primo, Robert Peugeot, que comanda a holding da família, e pelo presidente executivo, Philippe Varin, que em breve será substituído pelo português Carlos Tavares.

A PSA Peugeot Citroën registou uma queda de vendas de 4,9% e deverá anunciar prejuízo total de US$ 1,8 bilhões em 2013.


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