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Covid-19: a diferença entre higienizar e desinfectar o seu carro

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A imprensa, de uma maneira geral, tem falado muito sobre a higienização de veículos em tempos de pandemia. Na realidade, é muito relativo se a higienização é suficiente para manter o interior do veículo longe de fungos, bactérias ou vírus que possam vir a infectar motoristas e passageiros de um veículo. O fato é que todos falam em higienização, e não desinfecção do veículo, essa sim uma ação adequada para eliminar quase que a totalidade do que poderia causar os mais variados tipos de doenças em uma pessoa. 
Douglas Mendonça, especial para AUTO&TÉCNICA

A bem da verdade, podemos chamar de higienização uma limpeza caseira mais profunda, que pode até mesmo utilizar potenciais desinfetantes no seu processo de limpeza. Assim, álcool 70° INPM; álcool isopropílico (geralmente usado em eletrônicos); água e sabão neutro; e ainda panos para limpeza tipo perfex, poderiam fazer uma bela faxina no interior do veículo, que a grande maioria das pessoas, graças aos produtos utilizados, poderia chamar de higienização. Por melhor que seja o capricho e o esmero de quem faz a limpeza (em pontos específicos como puxadores de porta, maçanetas, comandos de farol, alavanca de limpadores e setas, som/multimídia, e triviais como volante, manopla de câmbio, alavanca de freio de mão e, obviamente, bancos e apoios de braço), os itens citados ficarão limpos, mas é difícil garantir que estão desinfectados, livres de micróbios.

Para garantir a desinfecção do interior do carro e dessa forma estar tranquilo quanto ao bem estar (e até segurança) de usuários do veículo, é preciso a utilização de produtos e métodos especiais que só podem ser garantidos pela aplicação de profissionais, esse sim um processo de desinfecção. Nesse ponto, uma interessante proposta da Ford foi desenvolvida com essa intenção de desinfectar o interior de veículos, garantindo assim a saúde de motorista e passageiros que os utilizem. A fabricante americana batizou o serviço de Ford Clean, um trabalho de desinfecção de carros Ford realizada por pessoal especializado, que aplicam o Peróxido Pronto-Uso, produto não vendido ao público comum e exclusivo para desinfecção, já sendo utilizado em hospitais e clínicas de saúde, desenvolvido pela 3M, por partes importantes do carro. 

Cobrando R$129 e com prazo médio de 30 minutos para ser realizada, a rede de concessionários Ford treinou especialistas para fazer a desinfecção de, no mínimo, 50 pontos do veículo onde pessoas tem contato, garantindo a quase total eliminação de vírus, fungos e bactérias em carros novos e usados da marca. Além desse rigoroso processo de desinfecção, as autorizadas da fabricante seguem uma cartilha de segurança para proteção e higiene dos funcionários e clientes: além da proibição de compartilhamento de itens de escritório (canetas, grampeadores, clips de papel, entre outros), os móveis da loja são higienizados com uma frequência muito maior, todos os clientes são recebidos com uma máscara descartável e recebem álcool em gel para limpeza de mãos. Além disso, a distância recomendada entre pessoas de, no mínimo, 1 metro é sempre seguida.

Vale lembrar que o programa Ford Clean cumpre todas as normas da ANVISA e Ministério da Saúde e, até o momento, seguindo uma tendência mundial de higiene, dentre as fabricantes ativas no Brasil, somente a Ford teve esse tipo de preocupação para com os consumidores de sua marca. Uma bola dentro, principalmente em tempos estranhos e de muitos cuidados como esse que vivemos atualmente, onde quanto mais limpo e livre de doenças, melhor.


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