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FORD MOSTRA O FUSION FLEX: R$ 92,9 MIL

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Poucas pessoas fora do universo jornalístico sabem, mas algumas montadoras não aceitam críticas, outras não gostam que passagens ruins de sua história sejam trazidos à tona de novo. Nesse caso, o jornalista que cumpre seu papel de informar/noticiar/relembrar passa a ser tratado como “pouco amigo” e é “punido” –no mínimo- com a sonegação de informações. As “penas” são muitas… Ao que tudo indica, a Ford –infelizmente- está seguindo esse caminho, apesar de sua grandeza histórica.

AUTO&TÉCNICA, por conta de sua transparência e incapacidade absoluta de baixar a cabeça, está na “lista negra” da Ford há algum tempo e amarga uma espécie de “Index Librorum Prohibitorum” imposto pela centenária empresa, como se ela fosse a mais ilibada das montadoras e não tivesse nenhum pecado para esconder. Tem, e muitos. E como tem… Mas vamos ao que interessa.

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A Ford apresentou aos “jornalistas amigos” o Fusion 2.5 flex, que custa R$ 92.990, R$ 20 mil a menos que a versão top de linha. A nova versão chega ao mercado bem equipada, e o único opcional é o teto solar, que custa R$ 4 mil. Em comparação com a Titanium Ecoboost, ele perdeu o botão de partida, tração integral, saída dupla de escapamento e rodas aro 18.  

Seu estilo é atual e bastante europeu. O sedã até lembra um cupê, a dianteira remete aos Aston Martin e são evidentes os muitos cuidados com a aerodinâmica, que inclui grade de aletas móveis; em uso urbano ou baixa velocidade, a grade fica mais aberta, para não atrapalhar o arrefecimento, e em alta velocidade, as aletas se fecham, para melhorar a passagem do ar ar pela carroceria.

Por dentro, tudo o que se espera em um automóvel dessa faixa de preço, como bancos de couro com ajustes elétricos e memória, câmera de ré, oito airbags, sistema multimídia Sync com comando de voz, tela touchscreen de oito polegadas, GPS, som, ar condicionado etc.

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O motor usado é o Duratec 2.5 flex, basicamente o mesmo que equipa a Ranger flex, com quatro válvulas por cilindro, comandos de válvulas e coletor de admissão variáveis. Tem 175 cv de potência máxima com etanol (167 cv com gasolina), e com ele o sedã de 1.572 kg acelera de zero a 100 km/h em 10,5 segundos, mas com consumo alto, cerca de 6,5 km/litro na cidade e míseros 8,8 km/litro na estrada. O câmbio é automático de seis marchas, e permite trocas manuais, num botão junto à manopla da alavanca.

A linha Fusion vai crescer ainda mais. A próxima versão a desembarcar é a Ecoboost Titanium, com tração só na dianteira. Chega em março por R$ 99,9 mil. Em seguida virá o Hybrid, por pouco mais de R$ 120 mil. A Ford fez acordo com a seguradora Mapfre, e está comercializando o modelo com seguro de R$ 3.365.


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