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GOL E VOYAGE (ENFIM) MUDAM. CONFIRA TUDO

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Depois de ter apresentado recentemente o Gol e Voyage 2013, com pouco mais do que novas calotas, a Volkswagen acordou e apresentou um facelift mais extenso dos dois carros. O Novo Gol e o Novo Voyage chegam ao mercado exibindo parte da nova linguagem mundial de desenho da
Volkswagen.

Os carros foram projetados por desenhistas da Volkswagen do Brasil em Wolfsburg, sede da empresa na Alemanha, dentro do estúdio mundial de estilo da marca. A maior novidade está na parte frontal do Novo Gol e do Novo Voyage, com novos contornos e outro conjunto ótico. O pára-choque dianteiro agora conta com dois elementos horizontais cromados. A grade em preto
brilhante também foi redesenhada e segue a mesma linha proposta pelos novos faróis, que tem parábolas bem nítidas e aros cromados em seu interior.

Ao colocar no Gol e Voyage o estilo global da marca, cada detalhe foi cuidado com atenção. Na grade frontal, o logo VW, por exemplo, passa a ser mais bem acabado, como o utilizado na linha
Passat. O logotipo deixou de ser vazado e passou a ser liso. O capô é novo, e com isso, o pára-choque dianteiro traz um novo vinco, que somado aos dois novos elementos cromados horizontais do pára-choque, deixa os modelos visualmente
mais largos.

FRENTE NOVA

Há ainda um defletor dianteiro, bem saliente, abaixo dos novos faróis de neblina, formando o que os designers chamam de “segundo lábio” no pára-choque. Por esse defletor passa a segunda
linha cromada frontal, deixando a frente mais baixa e esportiva. Os faróis de neblina agora têm forma trapezoidal.

A lateral teve todas linhas redesenhadas. Na parte inferior, o contorno passa a ser preto, transmitindo a sensação de que o carro está mais baixo. A coluna “B” conta com adesivo preto, para ressaltar o desenho das janelas.

Na lateral traseira do Novo Voyage, há uma nova linha de caráter, situada abaixo da coluna “C”, que liga a linha de cintura do carro à extremidade final da tampa traseira. A idéia foi prolongar a
lateral do sedã, que ficou mais elegante.

Nas rodas, o cliente tem cinco opções entre calotas e rodas de liga-leve de 14, 15 ou 16 polegadas, todas com novo desenho. Até a calotinha central foi retrabalhada com atenção. Ainda na lateral, nota-se um novo ângulo formado pela lanterna traseira. Vistos de cima, tanto o Gol como o Voyage têm nas lanternas uma espécie de “asa lateral”, que se sobressai no fim da carroceria. Esse pequeno ressalto na lente serve para ajudar na aerodinâmica. As novas lanternas, assim como o spoiler mais saliente localizado na parte superior da tampa traseira, foram desenhados e
aperfeiçoados em testes em túnel de vento, na Alemanha.

AERODINÂMICA

A exemplo dos faróis, as lanternas traseiras também estão maiores, com nova forma e mais eficientes em aerodinâmica. Mais próximas da carroceria, as lanternas estão mais largas e
trazem, como no Jetta, a iluminação traseira na forma de “L” invertido, com um elemento destacado no centro. Isso a marca chama de Assinatura Noturna da Volkswagen (Volkswagen Night Appearence).

A tampa do porta-malas é toda nova. Das lanternas do Gol saem duas linhas paralelas que
cortam toda a parte traseira do carro, deixando o logo VW em destaque. O Gol passa a ter novas lanternas com superfícies alinhadas à superfície da lateral do carro, com visual mais limpo e melhor acabado.

Outra novidade é a inclusão dos refletores na parte inferior do pára-choque traseiro, inédito no
Gol e no Voyage. Os refletores, alinhados com a placa, também contribuem para dar a impressão de que o carro está mais largo e baixo.

Como ocorre na parte frontal, o pára-choque traseiro também foi modificado. As letras dos logos
“Gol” e “Voyage” mudaram, e no Voyage, o sedã passou a ser equipado com lanterna dupla, parte fixada na tampa traseira, parte localizada na extremidade da carroceria. Todo o conjunto ótico traseiro é mais largo.

Outro diferencial do Voyage é que o sedã conta com um vinco entre as lanternas. Além disso, na versão top de linha Comfortline, há um friso cromado e um spoiler na tampa do porta-malas. A luz de neblina está incorporada nos refletores, de série em todas as configurações do Voyage.

POR DENTRO

Ao retrabalhar o interior do Gol e do Voyage, a Volkswagen adotou materiais de mais qualidade e tecnologia. Tudo no painel foi valorizado, como as saídas de ar, que têm regulagem milimétrica e
novo visual. Além disso, as quatro saídas de ar contam com aro cromado central.

Todos os botões de acionamento contam com novo formato e ergonomia. O grupo de instrumentos
ganhou iluminação por leds em branco. Isso permite melhor leitura e durabilidade maior do que as luzes comuns. A terceira luz de freio também passou a ser por leds; e toda a iluminação do console agora é em vermelho, inclusive o visor central.

Como nos Polo, Jetta e Passat, o Gol 1.6 Power e o Voyage 1.6 Comfortline trazem a chave de luzes posicionada na parte inferior esquerda do painel. O painel traz acabamento em dois tons: no sedã a cor do painel é mais “quente”, enquanto que no hatch, a tonalidade é mais fria, puxada para o azul.

Ainda nas configurações top de linha, são de série bancos com a tecnologia “embossed” nos tecidos. Essa modelagem também foi aplicada nos painéis das laterais das portas e seguem o mesmo tom utilizado no painel e no carpete. Para finalizar o acabamento, o interior do Gol 1.6 Power e do Voyage 1.6 Comfortline passa a ter detalhes cromados. A manopla de câmbio (na transmissão manual de cinco marchas) também é nova, mais encorpada e com acabamento “black piano”, semelhante à utilizada no Jetta Comfortline. Outro item presente desde as versões de entrada dos dois carros é o tecido que contém em sua composição garrafas PET recicladas.

MOTOR 1.0

Gol e Voyage estréiam a nova geração de motores 1.0, da “família” EA111. O motor traz a nova denominação TEC (Tecnologia para Economia de Combustível), com melhorias de torque em baixas rotações, proporcionando maior conforto ao dirigir, economia de combustível e redução de
emissões de CO2, garantindo melhor performance.

O motor TEC foi desenvolvido inicialmente como um dos principais recursos do Gol com o pacote BlueMotion Technology. Graças às suas características, a VW estendeu a sua aplicação a toda a linha 1.0 dos novos Gol e Voyage, onde a economia de combustível chega a até 4%, em relação ao motor 1.0 VHT.

Para a versão com “pacote” BlueMotion Technology, que também está chegando ao mercado, a economia de combustível é ainda maior: atinge até 8%, mantendo os números de potência e torque do 1.0 VHT.

O motor TEC é flex. Com etanol, a potência é de 76 cv a 5.250 rpm e o torque é de 10,6 kgfm a 3.850 rpm. Quando está abastecido comgasolina, a potência é de 72 cv a 5.250 rpm e o torque é de 9,7 kgfm a 3.850 rpm.

O motor TEC tem 999 cm³ de cilindrada, quatro cilindros em linha e duas válvulas por cilindro. Com ele, o Gol necessita de 12,9 segundos para acelerar de zero a 100 km/h e atinge velocidade máxima de 165 km/h (em quinta marcha) com etanol. Com gasolina, a aceleração até 100 km/h
é realizada em 13,4 segundos e a velocidade máxima é de 163 km/h.

O desempenho do Voyage também é bom para o segmento de sedãs compactos. Faz de zero a 100 km/h em 13,1 segundos (etanol) e 13,6 segundos (gasolina). A velocidade máxima é de 167 km/h (etanol) e 165 km/h (gasolina).

MUDANÇAS NO MOTOR

A evolução desse motor 1.0 foi possível graças a uma série de avanços mecânicos e eletrônicos, a começar pelo sistema de partida a frio, que permite partidas mais rápidas a baixas temperaturas. Uma bomba auxiliar, instalada separada do “tanquinho” e isolada acusticamente, pressuriza a gasolina, cuja vazão é controlada por meio de uma válvula eletromagnética de alta precisão. O combustível segue para uma galeria, posicionada no coletor de admissão, que conta com quatro bicos de injeção com orifícios calibrados. Desta forma, a gasolina é injetada com precisão em cada
um dos quatro cilindros, próximo às válvulas de admissão. Toda a estratégia de injeção é controlada pela unidade de comando, que sincroniza a entrada de combustível com os ciclos de funcionamento do motor.

A precisão da válvula eletromagética permite que a ECU comande, conforme necessidade, o sistema auxiliar também na fase pós-partida. Isso permite bom comportamento do motor desde a
partida, com respostas sem falhas aos comandos do acelerador, além de redução de emissões de CO2 na fase de aquecimento do motor.

Para gerenciar o sincronismo da injeção de combustível, o motor TEC utiliza a nova Unidade Eletrônica de Controle (ECU), da mesma geração adotada pela matriz, na Alemanha. Uma das
principais vantagens dessa nova ECU está na maior capacidade de armazenamento e processamento.

O software também foi todo desenvolvido para a nova geração do motor 1.0 EA111, gerenciando com precisão a injeção de combustível e otimizando a performance do motor em baixas rotações.
Na versão BlueMotion Technology, o software ainda permite a indicação digital de troca de marchas, orientando o motorista, no painel do veículo, a aproveitar o motor de forma mais eficiente e econômica.

MAIS CUIDADOS

O coletor de admissão foi projetado para atuar em conjunto com o novo perfil do comando de válvulas, com o objetivo de aumentar o fluxo de ar admitido pelos cilindros em baixas rotações. Dessa forma, na faixa entre 1.000 e 3.000 rpm, existe mais torque disponível, proporcionando maior conforto de rodagem com redução de consumo. Este torque em baixas rotações também possibilita a troca de marchas em rotações mais baixas, gerando economia de combustível.

O motor TEC também traz melhorias para as altas rotações, com ações de redução de atrito e da força de atuação do comando de válvulas. Adicionalmente, o novo coletor de admissão, feito de poliamida de alta resistência e baixa rugosidade, garante fluxo de ar sem grandes restrições.

Outra vantagem do motor TEC está na redução de atrito das peças móveis, que garante melhor rendimento do motor, especialmente em altas rotações. Os novos pistões contam com superfícies de carbono nas saias, reduzindo o atrito dentro das câmaras de combustão.

O sistema de acionamento de válvulas e retentores também foram modificados para redução de atrito, com o objetivo de diminuir o consumo de combustível. As molas das válvulas tiveram redução na carga, para exigir menos força do trem de válvulas na tarefa de abrir e fechar as válvulas de admissão e escapamento.

Ao mesmo tempo, a massa das molas foi reduzida, garantindo melhor retorno das válvulas no fechamento. Para completar, retentores de válvulas, do eixo comando e da flange traseira do virabrequim, que tiveram seu projeto aprimorado, para oferecer menor resistência ao movimento
das peças, mantendo a vedação à passagem de óleo.

A formação da mistura ar/combustível e a eficiência da combustão foram melhoradas com novos injetores. Isso permite que a combustão seja mais precisa, utilizando menos combustível e reduzindo o consumo. Outro benefício do motor TEC, na fase de combustão, está na adoção de sistema de ignição com uma bobina por cilindro, montadas direto sobre as velas. Como o sistema elimina os cabos de alta voltagem, aumenta a energia disponível para a centelha das velas de ignição e melhora a precisão da combustão e o aproveitamento do combustível.

MOTOR 1.6

O motor 1.6 EA111 VHT, também disponível para as versões top de linha dos novos Gol e Voyage, recebeu trabalhos para a redução de atrito. Com 1.598 cm³ e duas válvulas por cilindros, ganhou válvulas de admissão e de escapamento mais leves, que trabalham com carga ajustada para baixos e altos regimes de rotação do motor.

Assim como no motor TEC, os retentores das válvulas, do eixo comando e da flange do virabrequim, também foram mudados e contribuem para a redução de atrito.

Com todos esses aprimoramentos, o motor 1.6 do Gol e do Voyage apresentam bons números de desempenho. Com câmbio manual de cinco marchas (MQ200), de engates precisos e eficientes, o Gol acelera de zero a 100 km/h, com etanol, em 9,8 segundos, e com gasolina, em 10,1 segundos. A velocidade máxima é de 190 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina).

O Voyage tem os mesmos números nas acelerações, mas por conta da melhor aerodinâmica, a velocidade máxima do sedã é de 191 km/h (etanol) e 189 km/h (gasolina).

O motor 1.6 ainda pode usar a transmissão automatizada ASG (Automated Sequential Gearbox). A base da transmissão ASG é a caixa de câmbio manual de cinco marchas MQ200, cujo comando
manual é substituído por um conjunto de atuadores eletrohidráulicos, comandados por uma unidade de controle eletrônico da transmissão.

Com I-Motion, o Gol acelera de zero a 100 km/h em 10,4 segundos (etanol) e 10,7 segundos
(gasolina), com velocidade máxima na casa dos 190 km/h (etanol). O Voyage também mantém a performance, atingindo 100 km/h em 10,5 segundos (etanol) e 10,7 segundos (gasolina), com velocidade máxima de 191 km/h (etanol).

ECO COMFORT

Uma novidade interessante nos dois carros é o sistema ECO Comfort. Esse dispositivo está presente em todas as versões (com I-System) e orienta o motorista a dirigir de forma mais econômica, por meio de mensagens no painel, que podem ser selecionadas para aparecer tanto com o veículo parado como em movimento.

Por exemplo, se o ar-condicionado estiver ligado e o vidro for baixado mais de 20%, aparecerá a seguinte mensagem no instrumento combinado: “Ar condicionado ligado; fechar janelas”. Essa medida reduz o consumo de combustível, pois aumenta a eficiência do sistema de ar-condicionado, ao manter o interior refrigerado, demandando menos energia do motor para acionamento do compressor do ar-condicionado.

Também com o veículo parado, o ECO Comfort pode emitir alertas visuais com as mensagens “Não acionar o pedal do acelerador na partida do motor” e “Não acionar o pedal do acelerador com o
veículo parado”. Essas duas medidas evitam que a rotação do motor seja elevada sem necessidade, economizando combustível antes mesmo de o veículo entrar em movimento.

“Evite ter o motor em funcionamento com o veículo parado”. Essa mensagem também pode aparecer no painel, em condições com temperatura ambiente de até 50°C e com o motor em funcionamento por mais de 10 segundos. A finalidade é evitar o desperdício de combustível em marcha lenta.

Com o veículo em movimento, outras importantes recomendações do ECO Comfort ajudam a economizar combustível. Por exemplo: se o motorista estiver dirigindo acima de 90 km/h e com as janelas abertas mais de 20%, surgirá a mensagem “Resistência do ar: verifique se as janelas estão fechadas”. Os vidros completamente fechados otimizam a penetração aerodinâmica em altas velocidades, reduzindo a resistência do ar ao movimento.

O ECO Comfort também recomenda que o motorista não pressione os pedais de freio e embreagem ao mesmo tempo por mais de 6 segundos, no momento de desaceleração. Por isso a dica “Na frenagem, desengatar apenas abaixo de 1.300 rpm”. Essa recomendação reduz o consumo
porque, no momento em que o motorista para de acelerar, com a marcha engatada, o acelerador eletrônico envia um sinal para Unidade Eletrônica de Controle cortar completamente a injeção de combustível do motor.

Com o câmbio automatizado I-Motion, o ECO Comfort também emite sinais para que o motorista dirija da forma mais eficiente. Se o motorista estiver por um longo período com a alavanca de câmbio na posição “S” (Sport), permitindo que as marchas sejam trocadas em rotações mais elevadas, surge a mensagem recomendando “Colocar a alavanca seletora na posição ‘D’ (Drive)”.

Com o pacote BlueMotion Technology, o ECO Comfort pode indicar funções ainda mais eficientes para reduzir o consumo. No painel de instrumentos, no canto superior direito, há um indicador digital de trocas de marcha, para orientar o momento exato em que o motorista deve efetuar mudanças para redução ou aumento das marchas.

Ao lado do número indicando a marcha em uso, aparece uma bolinha para sinalizar ao motorista que a marcha selecionada está adequada à velocidade, à rotação do motor e ao curso do
acelerador naquele exato momento. O sistema, porém, pode indicar ao motorista que é preciso aumentar uma marcha, a fim de diminuir a rotação e, consequentemente, o consumo. Nesse caso, se o motorista estiver em terceira marcha, por exemplo, o indicador mostra uma seta para cima, ao lado do número quatro, indicando que se deve engatar a quarta marcha.

Se, no lugar da bolinha, aparecer uma seta para baixo, é a sinalização para reduzir uma marcha, pois a rotação do motor está caindo e chegando próximo do regime de marcha lenta. Nesse momento, aparece a marcha em que o motorista deve usar para aquela condição de velocidade
e rotação, sempre pensando em reduzir o consumo de combustível.

Além disso, o ECO Comfort emite um alerta visual para assegurar que o motorista esteja dirigindo da forma mais eficiente possível. Se o motorista elevar a rotação do motor acima do recomendado,
o sistema emite a mensagem “Observar indicador de mudança de marcha”.

Cabe ressaltar que todas as funções do Eco Comfort podem ser desativadas por um botão na alavanca da direita, caso o motorista opte por não receber dicas e recomendações para economizar
combustível.

SEGURANÇA

A engenharia da Volkswagen aplicou também o ESS (Emergency Stop Signal, ou Sinal de Frenagem de Emergência), herdado dos veículos alemães mais sofisticados. O ESS funciona como um alerta para evitar colisões traseiras. Caso o motorista pressione o pedal de freio de forma acentuada, mantendo uma frenagem mais consistente, o sistema de segurança aciona as luzes traseiras de frenagem de forma intermitente, sinalizando ao motorista do carro que vem atrás que o Gol está tendo uma desaceleração acentuada e exige cautela, para evitar colisões.

Após essa frenagem, com o veículo em estado estático, as luzes de freio param de piscar e o ESS aciona as luzes de pisca-alerta, indicando que o veículo parou. Se o motorista acelerar e tirar
o carro da inércia, as luzes de pisca-alerta se apagam automaticamente, indicando que o veículo encontra-se novamente em movimento e em processo de aceleração.

Os freios ABS agora estão na última geração e são utilizados em modelos da Volkswagen na Europa. Durante a frenagem, essa última geração de ABS apresenta desempenho ainda melhor em pisos secos e molhados. O ABS de última geração também é fundamental em frenagens quando o veículo trafega por pisos em que há diferença de atrito entre as rodas dos lados direito e esquerdo. Outro benefício do ABS está no fato de o motorista conseguir mudar a trajetória do veículo mantendo o pedal de freio pressionado, pois as rodas não ficam bloqueadas. Com o ABS de última geração, esse processo de frear, manter o pedal pressionado e desviar a trajetória é mais eficiente.

O “pacote” de segurança na frenagem do Gol e do Voyage agora conta com servo-freio de diâmetro maior (10 polegadas), que proporciona melhor “feeling” de pedal. O motorista pode sentir com mais precisão o momento em que modula o pedal de freio para controlar melhor o espaço de
frenagem do veículo, em qualquer tipo de frenagem.

CONCLUSÃO

Não se pode afirmar que é uma nova geração do Gol e Voyage, é apenas um face lift programado desde que os dois foram lançados. Mas o resultado final é bom, atualizou finalmente os carros e
deve manter o Gol como um campeão de vendas. Fica a pergunta: por qual razão alguém em sã consciência deixaria de comprar um carro nacional e compraria um chinês?

Confira os preços:

Gol 1.0 – R$ 27.990
Gol 1.6 – R$ 31.890
Gol 1.6 I-Motion – R$ 34.490
Gol Power 1.6 – R$ 38.290
Gol Power 1.6 I-Motion – R$ 40.890

Voyage 1.0 – R$ 29.990
Voyage 1.6 – R$ 34.590
Voyage 1.6 I-Motion – R$ 37.190
Voyage 1.6 Comfortline – R$ 40.890
Voyage 1.6 Comfortline I-Motion – R$ 43.490


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