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GRUPO JAGUAR LAND ROVER CRIA FINANCEIRA

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Aqueles que gostam das marcas de luxo Jaguar e Land Rover e que não contam com dinheiro suficiente para comprar seu carro, uma boa nova: a Jaguar Land Rover fechou parceria com o Banco Alfa para financiar concessionários e consumidores com planos competitivos. A empresa estima que no primeiro ano de operação a divisão financeira irá movimentar R$ 2,5 bilhões em contratos, sendo R$ 2 bilhões direcionados ao financiamento das vendas de atacado, para formar o estoque das lojas (“floor plan”), e R$ 500 milhões para o varejo, com planos de crédito direto ao consumidor (CDC) e leasing para veículos novos e usados.

 “Com a oferta de planos competitivos, deveremos ampliar o porcentual de financiamentos, mas também o volume de vendas, trazendo novos consumidores para as concessionárias”, avalia Flavio Padovan, presidente da empresa para América Latina e Caribe. A financeira do Banco Alfa, com ativos de R$ 14,5 bilhões, foi escolhida para lastrear as operações por sua experiência nesse segmento. A instituição atualmente concentra 25% dos financiamentos de automóveis das empresas ligadas à Abeiva, a associação dos importadores sem fábrica no Brasil.

Para veículos usados comprados na rede – normalmente também modelos importados premium negociados como entrada para a compra de novos –, a taxa mínima inicial é de 1,04% ao mês para o plano de 12 meses com 20% de entrada, para aquisição de modelos 2009 a 2013. Para veículos mais velhos e planos mais longos a taxa aumenta gradualmente. Segundo Padovan, o financiamento de usados também é uma forma de trazer maior rentabilidade ao concessionário e conquistar novos clientes de categorias de consumo mais baixas.

Hoje a rede de concessionárias Jaguar (10) e Land Rover (34) trabalha com diversas instituições financeiras para financiar os negócios. “Não será obrigatória a escolha de nossos serviços financeiros, mas acreditamos que esse será um caminho natural, pois vamos oferecer as melhores condições do mercado”, garante Padovan. A divisão vai destacar um funcionário para cada ponto de venda. Dos 50 empregados inicialmente contratados, 30 vão ficar nas lojas.

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