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Kia, Hyundai e Renault Sport preparam seus híbridos

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As marcas coreanas Hyundai e Kia, que já estão produzindo versões híbridas de alguns dos seus modelos atuais -como o Hyundai Sonata Híbrido, o Tucson a hidrogênio ou o Kia Soul EV (na foto)- irão lançar em 2017 uma linha de automóveis híbridos desenvolvidos originalmente para esse tipo de uso. A Renault Sport também trabalha nesse mesmo tema.

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De acordo com a imprensa europeia, vários modelos descaracterizados Kia e Hyundai já se encontram em testes desde o ano passado, sendo que a versão da Hyundai terá estilo mais próximo do sedã Chevrolet Volt, enquanto a Kia seguirá algo parecido com o Toyota Prius.

Ambos irão partilhar o mesmo tipo de motorização: 1.6 de quatro cilindros aliado a um motor elétrico. A plataforma usada será a mesma da próxima geração do Elantra e do Forte.

Em termos de data de lançamento, o objetivo e estratégia estão atrelados à possível subida dos preços dos combustíveis. “Quando os preços subirem, as pessoas voltarão a procurar veículos híbridos, e nós queremos ter uma opção ao Prius”, explicou Adam Kraushaar, presidente da Hyundai New Jersey. Está sendo comentada ainda a possibilidade de um Kia Optima Híbrido, a ser a lançado em 2018.

NA RENAULT

Enquanto isso, a Renault Sport, divisão esportiva da marca francesa, está estudando o uso de motorizações híbridas num futuro próximo, de acordo com as declarações dadas por Patrice Ratti, diretor executivo da área, durante a etapa londrina da Fórmula E.

Segundo Ratti, a ideia de um modelo 100% elétrico poderá ser muito complicada, pois serão necessárias baterias muito caras e pesadas. Por isso, por enquanto os modelos híbridos poderão ser mais coerentes e viáveis, ajudando na redução das emissões de CO2 e no desempenho, oferecendo torque de forma imediata.

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A aliança Renault-Nissan poderá ser, neste cenário, uma ajuda para a marca francesa produzir elétricos/híbridos esportivos, uma vez que os japoneses já são experiente no assunto. Assim, Clio ou Mégane R.S. híbridos poderão surgir no mercado num período entre cinco e 10 anos, sendo que cada vez mais será dada importância à autonomia das baterias, para a qual o envolvimento da Renault na Fórmula E se mostra fundamental.


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