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McLaren Senna: tributo de 800 cv

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Com combinações de números e letras, os nomes atribuídos aos carros superesportivos da McLaren são geralmente tão entusiasmantes quanto fórmulas matemáticas. Mas, a marca decidiu mudar isso e abriu uma exceção para o modelo especial que vai homenagear o melhor piloto de todos os tempos: Ayrton Senna.

A McLaren Senna junta-se à linha “Ultimate Series”, que reúne os modelos mais extremos e exclusivos da marca. Sucede a P1 e demais sucessores, mas não rompe com a filosofia McLaren. Além disso, o desenho é bem mais agressivo. A carroceria de fibra de carbono tem várias  tomadas de ar e uma enorme asa traseira, posicionada em nível ligeiramente mais alto que o teto. As portas que abrem para cima são inconfundíveis.

Mas esta McLaren Senna não é, de qualquer forma, realmente destinada às ruas: o tributo a Ayrton Senna foi projetado principalmente para as pistas. As relações peso/potência e torque/potência são excepcionais, próximas às da Bugatti Chiron: 800 cv de potência máxima e 80 mkgf de torque máximo para apenas 1198 kg de peso.

Para se beneficiar ainda mais do “peso-pena”, a marca apostou na tecnologia híbrida. O motor 4.0V8 biturbo é herdado da recente 720S, sempre associado a uma caixa de câmbio de dupla embreagem de sete marchas.

O maior destaque da McLaren Senna é o “RaceActive Chassis Control II” (RCC II), que permite rebaixar o carro por alguns e ganhar maior aderência ao solo, e atingir assim velocidades assustadoras. Algo que ainda está para se descobrir, já que a McLaren não revelou dados sobre a velocidade e aceleração que a “Senna” pode atingir. Além disso, conta com pneus Pirelli P Zero Trofeo R, discos de freio em cerâmica e três modos de condução (“Comfort”, “Sport” e “Track”).

O modelo, claro, é exclusivo e não é acessível a qualquer mortal, pois o preço está estimado em pouco mais de US$ 1 milhão. Porém, já será possível vê-la ao vivo no próximo Salão de Genebra, entre 8 a 18 de março de 2018.

Limitada a apenas 500 unidades, o McLaren Senna será produzido a partir do terceiro trimestre do próximo ano na fábrica de Woking, em Inglaterra.


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