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MERCEDES DESTRÓI RÉPLICA DA 300 SL

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Mercedes-Benz 300 SL 1954: réplicas proibidas.

A história já passou pelo Brasil nos anos 1980, quando a LHM, do Rio de Janeiro, fez réplicas (muito bem produzidas, por sinal) da Mercerdes-Benz 280 SL, a “Pagoda”. Batizada de Fênix, foi perseguida pela Mercedes-Benz, que a proibiu de usar emblemas e logos no modelo. Em todo caso, as peças vinham à parte, num saquinho, para serem instalados pelo comprador…

A carroceria, sendo removida do chassi.

Depois, a mesma Mercedes, quando assumiu a Chrysler, se engalfinhou nos Estados Unidos com a GM, pois não quería que a Hummer usasse grades de sete elementos nos seus jipes, alegando que isso era exclusividade da marca Jeep. Não ganhou essa.

Agora, a marca alemã volta a atacar, e destruiu uma réplica de fibra de vidro do modelo 300SL 1954, a “Gull Wing”. O carro foi desmontado, e a carroceria serrada e esmagada junto com o chassi numa prensa industrial de 30 toneladas, usada para destruir protótipos. Esta foi a forma com que acabou a disputa judicial envolvendo a Mercedes-Benz e um fabricante alemão de réplicas.

A carroceria de fibra de vidro, desmontada.

A justiça alemã julgou que o desenho do carro pertence à marca alemã, mesmo passdos mais de 50 anos, e que somente ela pode autorizar as réplicas. Apenas não usar o nome original ou marca não muda o cenário, de acordo com a sentença.

Em termos de marketing, isso é uma grande bobagem da Mercedes-Benz. Ela não vai voltar a fabricar a “asa de gaivota”, e ter réplicas na rua evocando o passado é o sonho de muitas fábricas. A Porsche, por exemplo, não se preocupa com isso, pelo contrário.

O fim da batalha judicial...

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