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Morreu Ferdinand Piëch, antigo chefão do Grupo Volkswagen

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Ferdinand Piëch, antigo CEO do Grupo Volkswagen, morreu aos 82 anos devido a um problema de saúde; a causa não foi divulgada. Piëch tornou-se CEO da Volkswagen em 1993, numa época em que a empresa estava com dificuldades financeiras. Em poucos anos, o gestor conseguiu transformar a marca e o grupo numa das principais forças da indústria automotiva mundial, adquirindo por exemplo a Bentley, Bugatti e Porsche.

Teve o mérito de colocar a Audi como concorrente direta da BMW e da Mercedes-Benz, fez renascer a Bentley e colocou a Skoda no mapa. Um dos seus projetos mais interessantes foi o Bugatti Veyron, da mesma forma que os VW Phaeton e XL1 também merecem registro.

A carreira Piëch começou na Porsche, logo após ter saído da universidade, com o envolvimento no processo de desenvolvimento do modelo de competição 906, mas também do legendário  917, que venceu a “24 Horas de Le Mans” em 1970. Acabou indo para a Audi em 1972, tendo contribuído para o desenvolvimento do Audi 80 e 100, e também do carro de rali Audi Quattro.

O austríaco, neto de Ferdinand Porsche, saiu das funções de chairman do grupo Volkswagen em 2015, alegadamente devido a divergências com a direção; Piëch teria tentado trocar o CEO do Grupo, Martin Winterkorn, pelo CEO da Porsche, Matthias Mueller. Nos meses seguintes, Winterkorn acabou saindo devido ao escândalo Dieselgate.

Ferdnand Piëch era também conhecido por ser um ávido colecionador de carros e de motos. Aos 71 anos ainda pilotava uma moto Ducati e tinha na garagem um Porsche 918.


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