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Parece novidade, mas não é…

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Existem muitas tecnologias presentes nos carros atuais e que fazem parte do nosso dia-a-dia. Podem até parecer algo recente, mas na verdade foram inventadas há algum tempo… Confira cinco exemplos de novidades, que não são tão novidades assim!
 

Automóveis elétricos
 

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Esta é a grande tendência da atualidade: a eletrificação dos automóveis. Acontece que esta ideia já foi pensada e aplicada quando o automóvel foi formatado. Até os anos 1920, existiam cerca de 300 marcas de veículos elétricos, em diversos planetas. Em 1897, por exemplo, existiam táxis elétricos em Nova Iorque, com destaque para várias marcas, como a Detroit Electric, que operou de 1907 a 1939. Como podemos ver na foto, este táxi está recarregando as baterias, basicamente nos moldes como isso é feito hoje, 100 anos depois.

Suspensão ativa

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O Citroën DS surgiu em 1955 e revolucionou o mundo do automóvel com as várias novidades que trouxe, entre elas a suspensão hidropneumática. O modelo já tinha funções como o ajuste de altura e o autonivelamento, conhecida hoje como “suspensão ativa eletrônica” (embora o controle naqueles tempos fosse apenas hidráulico).

Farol Direcional

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Antigamente, para dispor de faróis que seguissem a posição do volante, era utilizado um farol central, como se pode ver neste Tatra T87 dos anos 1930. Era um sistema mecânico. Claro que com a evolução eletrônica e tecnológica, os dois faróis tradicionais começaram a incorporar essa antiga função.

Cinto de segurança de três pontos

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O Volvo PV 544 foi o primeiro carro a adotar o uso deste tipo de cintos de segurança. Nils Bohlin foi o responsável por esta criação em 1959. A partir dos anos 1980 passou a ser também utilizado nos bancos traseiros.

Motor em W

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Quando surgiu no Grupo Volkswagen, foi um espanto, mas não era um conceito tão novo assim. Esta configuração de motores com cilindros em W já era utilizada em 1906, nos motores W3 das motos italianas Anzani e, em 1917, no motor W12 da inglesa Napier Lion. Este último era considerado o motor mais potente da época (1.350 cv com compressor mecânico) e servia de equipamento também para barcos, aviões e automóveis de competição. Foi também o responsável pelo recorde de velocidade para automóveis (634 km/h) estabelecido em 1947 pelo protótipo Railton Mobil Special.


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