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PEUGEOT 301: O SEDÃ PARA O TERCEIRO MUNDO

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Disposta a tomar um novo rumo em sua existência, a Peugeot prossegue na busca de novos mercados com a criação de modelos mais acessíveis, especificamente projetados para atingir maior número de compradores. A marca francesa quer tentar provar que preço baixo não significa falta de qualidade. Para isso, mostrou na Europa as primeiras imagens do seu novo modelo, o 301. Esse carro é o substituto, por exemplo, do malogrado 207 Passion, e debe chegar ao Brasil em 2013.

 O novo sedã será produzido em Espanha, na fábrica de Vigo, e terá dimensões que o colocam em boa posição diante dos concorrentes. Com 4,44 m de comprimento e distância entre-eixos de 2,65 m, o novo modelo oferece espaço no habitáculo, principalmente nos bancos traseiros. O volume do porta-malas (506 litros) torna-o atraente para o público que procura um automóvel familiar e prático, abrindo mão de beleza e estética.

O desenho é bem simples, mas traz os novos detalhes de estilo da marca. Apesar de ser um carro relativamente barato, tem MP3 Player, Bluetooth e entrada USB, oferecidos juntamente com ar-condicionado automático e sensores traseiros de estacionamento.

Em termos de motores para o mercado da Europa, o destaque vai para o novo 1.2 tricilindrico que estreou no 208, mas com a potência reduzida para 72 cv. Terá ainda motor 1.6 HDi de 92 cv e 1.6 VTi de 115 cv (este com opção de caixa automática).

O 301 vai fazer sua estréia mundial em setembro, no Salão de Paris, e a sua comercialização deverá começar em novembro, em varias regiões como: Turquia, Europa Central e Oriental, Rússia, Ucrânia, Grécia, África do Norte, Oriente Médio, África e em alguns mercados latino-americanos.

Além disso, a marca francesa aproveitou para divulgar que os modelos terão novas nomenclauturas. A Peugeot explicou que o número 8 no final de cada modelo, terá um significado de valor (carros mais caros), enquanto que os modelos com o número 1 se distinguem pelos preços mais baixos, indicando carros mais modestos, já que se destinam a mercados fora da Europa Ocidental.


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