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Primeiros Toyota a hidrogênio desembarcam na Europa

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Enquanto no Brasil as montadoras insistem em tentar convencer os clientes de que motores flex são o máximo em tecnologia que podem oferecer, no mundo civilizado carros elétricos e híbridos já estão se popularizando. E um novo passo está sendo dado. Os primeiros cinco Toyota Mirai, movidos a hidrogênio, foram descarregados nos portos de Bristol, no Reino Unido, e em Zeebrugge, na Bélgica. As primeiras entregas do modelo -no Reino Unido, Dinamarca e Alemanha- estão previstas para setembro.

O Mirai, que significa “futuro” em japonês, é o primeiro automóvel a célula de combustível de produção em série em todo o mundo. Equipado com o sistema Toyota Fuel Cell (TFCS), que usa um conjunto de células de combustível, depósitos de hidrogênio de alta pressão e sistema híbrido, promete autonomia de até 483 km. Poderá ser reabastecido de hidrogênio em menos de cinco minutos.

A bateria de células de combustível, com dois tanques de hidrogênio de alta pressão (700 bar) posicionados sob o assoalho, entrega potência máxima de pelo menos 136cv.

“O Mirai marca o início de uma nova era para a mobilidade ecológica voltada para os próximos 100 anos, graças à tecnologia da célula de combustível, um divisor de águas na história dos automóveis”, disse Karl Schlicht, vice-presidente executivo da Toyota Motor Europe.

Na Alemanha, o preço do Mirai, antes dos baixos impostos, é de US$ 70 mil. A Toyota espera colocar nas estradas européias entre 50 a 100 unidades em um ano.

E para os brasileiros? Emocionantes motores 1.0. Mas flex…


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