Renault: novo Clio será híbrido e autônomo

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A próxima geração do Renault Clio, prevista para 2019, contará com versões híbridas e condução autônoma de Nível 2.

Se visualmente não estão previstas grandes mudanças na próxima geração do Renault Clio, já muito diferente do veterano carrinho que conhecemos por aqui, muitas novidades tecnológicas estão programadas.

O novo modelo, cujo lançamento está previsto para 2019, contará com versões híbridas, conectado e dotado do Nível 2 de condução autônoma (o que significa que o carro poderá controlar a velocidade e a direção, ainda exigindo que o motorista se mantenha atento à via).

A confirmação foi dada por Jean-Christophe Kugler, vice-presidente executivo da Renault Europa. É possível que o motor 0.9 TCe de três cilindros turbo a gasolina não continue na linha, mas é quase certa a continuidade do 1.5 dCi. Deverão ser disponibilizadas duas versões híbridas: uma Hybrid Assist, híbrida convencional, que deverá ser repetida no Mégane e  Scénic, e uma híbrida plug-in.

Está também previsto que o novo Clio (nas imagens o atual esportivo RS) seja mais sofisticado no interior, com sistema multimídia de tela grande e horizontal, como no Mégane, um grande logotipo destacado na grade e faróis diurnos com assinatura em forma de C. Estilisticamente, o novo Clio deverá se inspirar nos conceitos Trezor e Symbioz.

O chefão do grupo Renault-Nissan-Mitsubishi, Carlos Ghosn, revelou recentemente alguns detalhes sobre o futuro da Renault. A marca francesa prevê lançar 21 novos modelos até 2022. Está previsto que 12 deles serão totalmente elétricos (que serão feitos com base numa plataforma especificamente criada para isso e utilizada entre modelos do segmento B a D), o que coincidirá com a redução de 50% da oferta de motores a Diesel atuais.

Dos 21 lançamentos, 15 serão equipados com condução autônoma de nível 2 a 4. Um dos primeiros elétricos da nova geração será um SUV do segmento C, que inicialmente estará disponível no mercado chinês. Este serão um dos três SUVs inseridos no plano batizado de “Drive the Future”.

Neste plano estratégico serão investidos US$ 20 bilhões em pesquisa e desenvolvimento. No final deste prazo, a marca francesa prevê ter alcançado vendas superiores a 5 milhões de unidades, contra os 3,5 milhões de 2016.


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