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RENAULT VAI TRAZER O MÉGANE RS DE 265 CV

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No ano passado, uma marca deixou muita gente espantada: 8m07,97s. Foi a volta mais rápida jamais feita por um carro de série com tração dianteira, na pista de Nürburgring, versão “Inferno Verde”, com os seus 22,810 km de comprimento. O autor dessa proeza foi o Mégane RS na versão Trophy.

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O herdeiro dessa versão limitada está desembarcando no Brasil e será apresentado no próximo dia 26 pela marca no interior de São Paulo a alguma revistas especializadas (menos AUTO&TÉCNICA). Trata-se do Renault Mégane RS (de Renault Sport), com 265 cv e 36 mkgf de torque máximo.

O carro parece ser instigante. Em nível estético, as alterações são de incontáveis detalhes em relação aos demais Mégane, com destaque para os novos faróis por leds, de maiores dimensões; a moldura escurecedora nos faróis dianteiros; as novas rodas disponíviss, de 18 e 19 polegadas entre elas as da versão Trophy, com pneus Bridgestone Potenza RE050A; um friso vermelho abaixo da grade e nos painéis laterais, perto do pára-lamas. No interior, nada de novo, com bom conjunto de bancos Recaro de couro ou tecido, as várias gravações “Renault Sport”, o volante, a manopla de câmbio e os instrumentos com grafismos esportivos, mais pedais em alumínio e o RS Monitor.

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Explicadas as novidades estéticas do novo Mégane RS (não sabemos o “pacote” disponível para o Brasil) em relação à geração anterior, é hora de falarmos do que interessa: a mecânica e, em especial, o motor. O mesmo bloco de quatro cilindros turbocomprimido do Fluence GT, 2.0 turbo, mas com 265 cv de potência máxima e 36 mkgf de torque máximo. São 15 cv e 20 mkgf a mais que o anterior, e os mesmos valores do exclusivo e limitado Mégane RSTrophy, lançado no final do ano passado de 2011.

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Ou seja, esse Mégane RS, com status de esportivo, é referência entre os esportivos de tração dianteira. Deverá custar entre R$ 85 mil e R$ 90 mil. Parece que vale a pena, pois a velocidade máxima na Europa é de 254 km/h e a aceleração de zero a 100 km/h é feita em 6 segundos.

Com recursos electrônicos ligados ou desligados (exceção ao ABS, claro) o Mégane RS é sempre entusiasmante. E sempre que se aciona o corte das ajudas electrônicas à pilotagem –pressionando o botão do ESP por mais tempo, o RS se beneficia de 15 cv e 20 mkgf adicionais (com as ajudas ligadas, a potência está “limitada” a 250 cv), mas também de um curso de acelerador mais curto e rápido.

Mas o Mégane RS tem ainda a capacidade de se adaptar a todos os motoristas, estados de espírito ou até situações, quando entra em cena o RS Dynamic Management. Esse sistema não é disponível em nenhum outro modelo do segmento (é mais comum nos superesportivos) e que, além das várias informações técnicas, permite escolher três diferentes níveis de assistência eletrônica à pilotagem.

Em termos de freios, traz um conjunto Brembo, com pinças de quatro pistões e discos dianteiros ventilados de 340 mm, os de maior diâmetro de todo o segmento dos esportivos compactos. Atrás, usa discos sólidos perfurados, de 290 mm, auxiliados por servofreio de 11 polegadas.

O sistema de suspensão é bastante refinado e foi desenvolvido em 2004 pela Renault Sport Technologies, e elimina os inconvenientes que ocorrem frequentemente nos automóveis de tração dianteira de elevada potência e em situações de forte solicitação.

De resto, as fotos falam por si.


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