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Top 20: os erros quase imperdoáveis das grandes marcas

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Existiu um tempo em que o mais importante para uma fabricante de automóveis era a sua imagem de marca. A linguagem estética, o estilo, a sua assinatura, os seus motores, os seus modelos, a personalidade… tudo era importante para preservar, com orgulho, o seu nome, a sua reputação e a sua posição de mercado.

Mas de vez em quando, as marcas de automóveis gostavam de arriscar e experimentar, e com isso desenvolviam modelos que rompiam com suas tradições, que nada têm a ver com a sua identidade e como o mercado as via. AUTO&TÉCNICA mostra 20 modelos que foram verdadeiros fracassos para a história das marcas ou então eram demasiadamente avançados e incompreendidos para sua época.

VW Phaetom: um “carro do povo” muito caro, para concorrer com Bentley, BMW e Mercedes.
Rolls-Royce Camargue: duas portas num modelo de alto luxo, que deve privilegiar o conforto.
Renault Avantime: desenho muito ousado para 2001, em especial na parte traseira.
Pontiac Fiero: pequeno para o mercado americano, com motor traseiro e apenas dois lugares.
Plymouth Cricket: de origem inglesa, irmão do nosso Dodge Polara/1800, não existiu carro mais sem sentido nos Estados Unidos.
Nissan Murano Cross Cabriolet: como explicar um SUV de duas portas e conversível?
Maserati Bi Turbo: em 1981 a marca trazia carros repletos de problemas. Imagine um V6 com dois turbos?
Apesar de bonita, como justificar ao mercado uma picape Lincoln, como esta Blackwood cabine dupla?
Jeep Forward Control, lançado em 1956, com cabine separada da carroceria. Quem queria um caminhãozinho da marca?
Isuzu VehiCROSS: hoje seria um bonito SUV, mas foi lançado em 1997, totalmente fora de época…
Ford EXP: com componentes do Escort, tinha só dois lugares e não alcançou as vendas esperadas, nem quando virou Mercury LN7.
Ferrari Dino GT4: lançada em 1973, apesar de bonita tinha motor V8 pequeno, de dois ou três litros.
Eagle Premier: no fim dos anos 1980, a sub-marca da Chrysler comprou o projeto desse carro que a Renault fazia com a AMC. Depois virou Dodge Monaco.
Dodge Rampage: em 1982, o mercado queria picapes grandes, e a Chrysler apresentou essa pequena, derivada de automóvel. Durou dois anos, apesar de hoje ser bem interessante.
Chrysler Turbine: em 1963 a gasolina era barata, e a Chrysler tentou desenvolver um custoso modelo movido a turbina.
Chevrolet SSR: belíssimo projeto de uma picape conversível, mas tão cara quanto um Corvette.
Chevroler Corvair: motor traseiro arrefecido a ar e pouca estabilidade condenaram o revolucionário carro da GM de 1960.
Cadillac Cimarron: quem teve a ideia de pegar um Monza, mudar a frente e vender como Cadillac?
Aston Martin Cygnet: quem teve a ideia de vender um carro popular com a tradicional marca esportiva britânica? Na verdade era um Toyota IQ rebatizado.
Acura ZDX: SUV médio de linhas estranhas para a época, vendeu apenas 7191 unidades entre 2010 e 2013.

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