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Crise? Lucro cai e Mercedes pode demitir 15.000

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O grupo alemão Daimler, que incorpora entre outros a Mercedes, anunciou que o lucro caiu 66,7% em 2019, para 2.400 bilhões de Euro (R$ 11,3 bilhões), devido a custos extras ligados à manipulação de veículos e outros problemas. Cortes nos custos serão feitos, mas empresa não confirma 15 mil demissões, conforme noticiou a imprensa alemã

Os resultados operacionais da Daimler também registaram queda de 61% –provocando redução de 4.329 bilhões de Euro (R$ 20,3 bilhões) -, embora a faturação tenha aumentado 3%, indo para 172.745 bilhões de Euro (R$ 817 bilhões).

A administração e o Conselho de Supervisão do grupo alemão pretendem que na próxima Assembleia-Geral de acionistas, quer vai acontecer no próximo dia 1o. de abril, sejam apresentadas propostas de distribuição de um dividendo de 0,90 centavos de Euro (R$ 4,2) por ação relativos a 2019 (menos 72% que no ano anterior, que foi de 3,25 Euro por ação (R$ 15,30).

A Daimler vai, assim, distribuir pelos acionistas 1.000 bilhão de Euro (R$ 4,73 bilhões) em dividendos relativos ao exercício de 2019 – contra 3.500 bilhões de Euro (R$ 16,50) correspondentes ao exercício anterior, de 2018.

Ola Källenius, presidente do Grupo automotivo, manifestou-se insatisfeito com os dados divulgados e lembrou que as despesas extraordinárias prejudicaram o resultado no ano passado.

Depois de ter anunciado, em 2019, que iria despedir 10 mil trabalhadores, o jornal alemão “Handelsblatt” anunciou esta que mais 5 mil pessoas seriam despedidas (15 mil no total). A Daimler não comentou a notícia e apenas afirmou que irá avançar em um plano de corte de custos.


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