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Sete carros que deveriam voltar a ser fabricados

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Existem modelos que, pela tecnologia que apresentaram, pelo que representaram para a sociedade ou por seu desenho simpático, marcaram sua passagem pela história do automóvel. Mas as montadoras não tem coração e só objetivam lucros, e como é normal nesses casos, seu momento comercial passou e eles deixaram de ser fabricados. Apesar disso, seguem no imaginário coletivo e sempre estão presentes em muitos debates. O Fusca, por exemplo, passou pela experiência de ser ressuscitado no Braisl. Foi fabricado aqui entre 1953 e 1986, e 1993 e 1996.

Aqui apresentamos alguns carros que, por diversas razões, deveriam voltar a ser oferecidos ao público, tal como eram em suas épocas.

 1. BMW M3 1986 

bmw m3 e30

Um foguetinho. A primeira BMW M3 era baseada na E30 de 1986 e, a partir dela, as Série 3 sempre tiveram a versão M. Esta primeira M3 tinha 195 cv de potência máxima, e as versões seguintes tinham entre 195 e 238 cv. No ano passado a BMW anunciou o fim das M3, que serão substituídas pelas M4.

2. Citroen 2CV 1948

citroën 2cv

O Citroën 2 CV foi apresentado no Salão de Paris de 1948. Tudo indica que André Citroën já tinha o carrinho pronto para 1939, quando começou a Segunda Guerra Mundial e adiou o projeto. Seu desenho foi revolucionário e mereceu mais críticas do que elogios na época. Mas era muito funcional e simpático. Como indica o nome, usava motor de dois cilindros com 8 cv de potência. O nome 2 CV veio de sua ficha técnica, que classificava a potência fiscal na categoria “2 CV”. Pode ser que em breve a marca lance um novo 2 CV, mas não será nunca a mesma coisa…

3. Mercedes-Benz W123 1975

mercedes w123

 A Mercedes-Benz W123, que fez parte da Classe C da marca, foi feita entre 1975 e 1986. Este modelo introduziu muitas inovações de segurança ativa e passiva: freios a disco com ABS, airbag, tanque de combustivel protegido dentro da estrutura do veículo… Além disso tudo, outra novidade foi o motor 300D, que deu a ela o título de primeiro carro com motor turbodisel, iniciando uma revolução entre os motores a diesel.

4. Fiat 500 1957

fiat 500

O sucessor do Topolino foi lançado em 1957 e durou, com várias mudanças e versões, até 1975. Foi a solução italiana para o transporte barato no pós-guerra. Esse carrinho faz parte do imaginário italiano como nenhum outro, a ponto de ter sido lançado pela Fiat, em 2008 o novo 500, sucesso instantâneo de vendas e que está dando origem à mais importante linha de carros da marca.

5. Renault R4 1961

renault r4

 O Renault R4 foi um dos carros mais populares da marca francesa, sucesso também na Argentina e outros paises. Foi apresentado no Salão de Paris de 1961. Era um carrinho versátil, barato, que se ajustava bem às condições sociais da época. Durante 31 anos, teve 8.135.424 unidades fabricadas.

6. VW Brasília

vw brasilia

Sem dúvida, o melhor dos derivados do Fusca. A Brasília foi produzida de 1973 até 1982 pela Volkswagen do Brasil. Definida internamente como “Tipo 102”, foi projetada para aliar a robustez do Fusca com o conforto de um automóvel com maior espaço interno e desenho mais contemporâneo. Era um carro pequeno, de linhas retas e grande área envidraçada. Vendeu um milhão de unidades e é vista em quantidade absurda nas ruas ainda hoje. Seria um excelente “carro popular”.

7. Dodge Dart/Charger

dodge

A linha Dart da Dodge, que deu origem aos Charger, Magnum e Le Baron, foi lançada no Brasil em 1969 e ficou em produção até 1981, quando a VW -que havia comprado a marca dois anos antes- tirou os carros de linha. Usava o incansável motor 318V8, o maior produzido no Brasil até hoje. Teve seu esplendor, depois caiu no ostracismo e hoje vale uma fortuna. Se voltasse a ser fabricado -o que jamais irá acontecer- pelo menos recolocaria os preços no lugar.

 

 


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