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Top 5: pilotos e equipes em combinações pouco lembradas

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Existem pilotos que só de citar o nome logo são associados a uma equipe, como é o caso atual de Lewis Hamilton e Mercedes, Michael Schumacher e Ferrari (quem lembra dele na Jordan?), e Ayrton Senna e McLaren. Ou então os mais antigos vão lembrar de Jim Clark e Lotus ou Jackie Stewart e Tyrrell.

Na história da Fórmula 1, existem pilotos que são sempre associados a determinadas equipes, mas que antes passaram por outras, ou seguiram o caminho contrário, e logo caíram no esquecimento. Quem lembra de Damon Hill na Brabham, Nigel Mansell na McLaren ou Arturo Merzário na Copersucar-Fittipaldi?

AUTO&TÉCNICA traz cinco exemplos de combinações de pilotos e equipes esquecidas na história da Fórmula 1, e obviamente existem muitas mais.

Nelson Piquet e McLaren (1978)


 
Nelson Piquet estreou na Fórmula 1 correndo o GP da Alemanha pela Ensign, em 1978. Após esta prova, Piquet passou a pilotar uma velha McLaren M23 (carro que deu o título de 1975 a Emerson Fittipaldi e a James Hunt em 1976) da equipe BS Fabrications em três outros GPs, abandonando duas vezes e terminando em oitavo em outra. Bernie Ecclestone reconheceu seu potencial e o contratou-o para a Brabham em 1979. Posteriormente, quase voltou a pilotar para a McLaren, na temporada de 1988, mas no seu lugar foi contratado Ayrton Senna.

Mario Andretti e Williams (1982)


 Mario Andretti foi campeão do mundo de Fórmula 1 em 1978 pela Lotus, e mudou para a Alfa Romeo em 1981, retirando-se da categoria naquele ano. No entanto, em 1982, voltou a fazer algumas provas de Fórmula 1, entrando num único GP pela Williams, em Long Beach, para substituir o argentino Carlos Reutemann que, subitamente, deixou a Williams FW08 no meio do campeonato, antes de substituir o francês Didier Pironi, nos dois últimos GPs do ano, na Ferrari.

Alan Jones e Arrows (1983)

Alan Jones foi o primeiro piloto campeão da Williams, em 1980, saindo na temporada seguinte para competir no Campeonato GT australiano. Foi chamado pela Ferrari, para substituir Didier Pironi, mas demorou muito tempo para responder, perdendo o lugar para Andretti. O seu regresso oficial à Fórmula 1 aconteceu em 1986, pela Team Haas USA. No entanto, ntes disso ele participou de um único GP em 1983, pela Arrows, em Long Beach, nos Estados Unidos, não tendo terminado a prova devido ao cansaço excessivo. Voltou a pilotar o Arrows A6, em Brands Hatch, na semana seguinte, na “Race of Champions”, terminando em terceiro. Devido à falta de um grande patrocinador, Alan Jones não voltaria a pilotar pela Arrows.

Sebastian Vettel e BMW Sauber (2007)

Em 2007, Sebastian Vettel era o piloto oficial de testes da BMW, quando foi chamado para correr o GP dos Estados Unidos, após o acidente de Robert Kubica, na etapa anterior no Canadá. Os resultados surpreenderam, com o quarto melhor tempo nos treinos, classificando-se em sétimo e terminando a corrida em oitavo, conseguindo assim os seus primeiros pontos na Fórmula 1. Mas isso só não é o mais importante, sendo que Vettel foi o piloto mais jovem a conseguir ganhar pontos no campeonato mundial de Fórmula 1, com apenas 19 anos. Após esse feito, foi quatro vezes campeão do mundo.

Marcus Ericsson e Caterham (2014)

Desde de 2015 que Marcus Ericsson é o terceiro piloto da Alfa Romeo Racing, ensaiando para o próximo ano o seu ingresso na Indy pele equipa Chip Ganassi Racing. Mas não foi na equipe Alfa Romeo/Sauber que o piloto sueco se iniciou, tendo começado a sua carreira na Fórmula 1 na Caterham F1 Team, em 2014, estando ao volante do Caterham CT05, que nunca foi competitivo.


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