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Fórmula 1: 10 pinturas que marcaram época

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No automobilismo, os patrocínios são necessários para colocar projetos em ação nas pistas. E cada equipe necessita garantir o máximo de exposição para o público e mídias, para divulgar as marcas que investem no espaço publicitário que é a carroceria. Durante a história da Fórmula 1, muitas equipes atraíram olhares graças às suas pinturas originais, alternativos ou fora do comum. Vale a pena recordar alguns dos casos mais criativos que andaram nas pistas de Fórmula 1.
 

Ligier JS39 (1993)

ligier-1993
No GP do Japão, última etapa da temporada de 1993, o artista Hugo Pratt criou um desenho exclusivo baseado no logotipo do patrocinador principal da equipa francesa, os cigarros Gitanes.

Shadow DN9B (1979)

shadow-1978
O piloto holandês Jan Lammers trouxe o seu patrocinador pessoal, a tabaqueira Samson, para patrocinar a equipe britânica, na época com sérios problemas finaneciros. Mesmo sem resultados, o agressivo leão é um dos desenhos mais icônicos da F-1.

BAR 01 (1999)

bar-1999
Ao invés de patrocinar uma equipe, a British American Tobacco comprou a Tyrrell e rebatizou de BAR. A equipe queria usar uma pintura diferente em cada carro, para mostrar as duas marcas, 555 e Lucky Strike, mas a FIA não deixou. Aí pintou metade do carro com uma marca, e metade com outra.

Hesketh 308D (1977)

hesketh-1977
Depois de se livrar do chefe-mecenas Alexander Hesketh, o team manager Bubbles Horsley ficou liberado para arranjar os patrocinadores que a equipe tanto precisava. Rupert Keegan apareceu com o dinheiro da revista erótica Penthouse, concorrente da Playboy.

Honda RA107 (2007)

honda-2007
A marca japonesa tentou promover a sua imagem ecológica, pintando o carro com o planeta Terra durante a pré-temporada. Mas há quem diga que foi uma tentativa falha de convencer a Google a patrocinar a equipe com o Google Earth.

Jordan EJ198 (1998)

jordan-1997
A Jordan aproveitou a proibição de publicidade de cigarros em alguns países e criou pinturas alternativas para dar destaque à Benson & Hedges. Em 1997, pintou uma víbora no bico do carro, e no ano seguinte, apareceu com uma vespa.

ATS D5 (1981)

ats-1981
Um bom músico que se tornou piloto meia-boca, Slim Borgudd conseguiu chegar à Fórmula 1 com idade quase “fora de prazo”, e por isso teve que pagar para encontrar uma vaga para correr. Para isso contou com o apoio do seu amigo Björn Ullavaeus, um dos membros da do ABBA.

Brabham BT60B (1992)

brabham-1992
Na sua última época, a Brabham era uma equipe de fundo de grid, necessitando de patrocinadores estranhos para sobreviver. Um grupo de japoneses trouxe a Yamazen e a Seikima, e por isto esta estranha combinação de cores.

Copersucar- Fittipaldi FD01 (1975)

O primeiro carro brasileiro de Fórmula 1 estreou no GP da Argentina de 1975 com grande estilo. Enfrentando todas as dificuldades inerentes à grandeza de um projeto desse porte, o carro chegou às pistas exibindo o patrocínio da Copersucar e com uma belíssima pintura prata com colibris estilizados nas laterais. O piloto era Wilson Fittipaldi Jr.

Lotus 72D (1972)

A Lotus 72D de 1972 exibia a maravilhosa pintura em preto e dourado do patrocinador, os cigarros John Player Special. Esse carro deu um título e um vice-campeonato para Emerson Fittipaldi, e sem dúvida é um dos mais bonitos da história da Fórmula 1. No início causou estranheza, pois apresentava visual meio fúnebre, em época de constantes acidentes fatais no automobilismo.

 
 

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